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Presidente do INSP defende necessidade de reforçar colaboração na área de investigação científica

Publicada em: 30/04/2026 09:21 -

De acordo com Maria da Luz Lima, esse protocolo tem como objetivo reforçar a investigação, tanto clínica como em saúde pública, no sentido de melhorar a qualidade das decisões médicas e das políticas sanitárias.

Segundo a mesma fonte, esta parceria vai consolidar o trabalho conjunto entre duas instituições autónomas, mas com responsabilidades complementares na área da saúde.

“Há a necessidade de reforçar essa colaboração, por exemplo, na área de investigação científica, para reforçar a própria tomada de decisões baseadas em evidências, não só na parte da investigação clínica, como também relacionadas com a saúde pública”, defendeu.

Para esta responsável, este protocolo representa um “passo importante” para o fortalecimento do Sistema Nacional de Saúde, ao promover uma maior articulação entre a produção de conhecimento científico e a prestação de cuidados de saúde diferenciados.

Vigilância epidemiológica

O acordo contempla ainda a questão da vigilância epidemiológica, com maior articulação na deteção e resposta a surtos e epidemias, muitas vezes identificados a nível hospitalar, permitindo que haja uma resposta mais célere por parte do INSP na gestão de emergências de saúde pública.

A presidente do INSP explicou que a formalização do acordo vai permitir simplificar de “forma significativa” os processos de investigação, uma vez que os investigadores deixam de recorrer repetidamente a pedidos de autorização, tornando o início dos estudos mais célere e eficiente.

 

Cleidiane Tavares

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